Autismo “grave” como maldição familiar vs. aceitação e quebra de estereótipos

  • Autismo “grave” como maldição familiar vs. aceitação e quebra de estereótipos

    Postado por Luana Cervantes em 20/12/2025 em 07:00

    Surgiu tração forte em relatos de mães e familiares descrevendo rotina exaustiva com filhos autistas nível 3 (não verbal, crises intensas), chamando de “maldição” ou “pesadelo eterno”, com medo de ter filhos assim; polarizando com autistas adultos e aliados dizendo que o sofrimento vem mais de falta de suporte societal do que do autismo em si, e celebrando representações positivas (como personagens autistas com sexualidade ativa, quebrando o “inocente eterno”).

    Luana Cervantes respondeu 1 mês, 2 semanas atrás 1 Membro · 1 Responder
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  • Luana Cervantes

    Membro
    20/12/2025 em 07:02

    Comentários nas Redes Sociais:

  • Ter filho autista grave é maldição, mas quem amaldiçoa é a sociedade sem apoio né.
  • Autista nível 3 destrói família, dizem, mas e se o destruidor for o preconceito diário?
  • Pesadelo é criar autista sem rede, não o autismo que só quer ser entendido.
  • Chamam autismo de fardo eterno, mas o fardo maior é julgar sem viver um dia.
  • Autista não verbal não fala, mas grita mais alto que quem reclama da rotina.

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